quarta-feira, 22 de fevereiro de 2012

Carnaval


            Vi-me surpreendido pela pergunta de Fernanda Lima em seu programa Amor & Sexo sobre o carnaval, ou os carnavais, que mais trouxe lembranças. A pergunta, em sua imposição, era direta em retratar lembranças picantes, paixões de carnaval, aquelas coisas que só pensamos em fazer nele, por ser inerente à época. Mas aí, uma das entrevistadas foi direto em suas lembranças de criança, quando o carnaval era só fantasia e mais nada.
            Ao pensar nesses carnavais, direcionadamente me lembrei dos de dezenove anos até os meus vinte e um anos. Carnavais sem freio, sem medida, alguns excessos declarados, bons carnavais. Surpreso com a resposta, revi minha filha nas lembranças, e principalmente, ela fantasiada de abelhinha. Era um carnaval simples, ela com um aninho de idade, bem rechonchudinha, fomos ao Norte Shopping, nossa família, a de meu afilhado, todos lindos. O carnaval ali era das crianças. Os pais estavam fantasiados de pais, eles serviam de cabide para tantas bolsas infantis, elas segurando as mãozinhas daquelas crianças todas, dançando, andando na velocidade de todos os nenéns. Uma coisa muito gostosa de se ver.
            Eu que fui criado para ser machista, eu que fui treinado para ver mulheres como apetrecho ao prazer, senti um gosto especial por aquele tipo de carnaval. E entender que este não é para ficar tocando o limite do próprio corpo, bebendo em excesso, evitando dormir, beijar até não mais poder e fazer sexo com o máximo de pessoas que puder. Entendo que isso seja inerente ao carnaval, que a padronização das festas que vemos hoje vai perpetuar essa visão também para o universo feminino, com a coisificação do sexo, com transformação do homem em objeto, mas apenas enxergar a festa como festa, rir pelo ato de dançar, pular com a minha filha no colo, com o meu sobrinho, com um número ainda maior de crianças, foi mais gostoso do que pude imaginar.
            E aí vem o detalhe que acho maravilhoso. Poder redescobrir coisas e ver que elas podem ser muito mais do que foi padronizado, ah, isso sempre para mim será a glória. Sair do estipulado e ver o íntimo das coisas, para mim é a própria vida. E agora, Carnaval para mim é isso, fantasia nas crianças, pular na felicidade delas e vê-las rindo. O carnaval é divino.

quinta-feira, 26 de janeiro de 2012

Momento "jabá"



Caros amigos, leitores, colaboradores, simpatizantes e afins...

Uso nosso querido blog para divulgar um curso que eu e um amigo da Fiocruz estamos organizando no Instituto Pretos Novos (Gamboa, Centro do Rio). Nosso público alvo são professores de História e demais "humanidades"; jornalistas e qualquer outro interessado em saber mais acerca de nosso passado escravista.

Conto com o interesse de vocês e ">principalmente com a ajuda para divulgar (Facebook, outros blogs associados a História e/ou educação...)

Desde já agradeço. Com um abraço, Dé.

terça-feira, 13 de dezembro de 2011

Referências ao nosso blog!

Esse link abaixo fez referências a um de nossos textos aqui.

Deem aquela curtida!!

http://www.loftgest.com/albcometas/Reportagens26.htm

domingo, 27 de novembro de 2011

A opressão dos comentários.


  Está aí a ditadura da era moderna. Aquela que é comandada pelas forças invisíveis dos novos valores sociais, organizacionais, da nova maneira de se dispor no mundo. E para aquele que tem um blog, um site, ou qualquer outra forma de exposição ao mundo virtual, lá está ele como um link demoníaco que faz sofrer, oprimir, questionar, medir, avaliar, enfim, deixar exposto, ou como um troféu social, ou como um maldito declarante de inutilidade.
   Esse é o papel dos comentários. Quem se expõe à rede sabe do que estou falando. Uma das formas mais fáceis de medir a qualidade do que demonstra é através deles. Os comentários estão aí como uma forma de medição, de percepção, como um ibope velado e maldito do que você coloca por aí. E é horrível ficar à expectativa de que algum apareça, de que lá embaixo o que está em Zero, chegue a pelo menos Um, Dois, ou quem sabe, Doze. Para blogs comuns, sem grandes apelos e com público restrito como este em que escrevo, chegar a sete comentários já é a glória, passar de uma dezena é o sucesso inimaginável. Impensável é um dia chegar a trinta, quarenta, ou até uma centena como acontece com os sites de grande popularidade. Mas se medir pela quantidade de acesso e dividir pela quantidade de comentários, verá que quanto maior o sucesso, menor é o retorno, em porcentuais.
   Durante muito tempo eu me mentia. Dizia que o que publicava apenas não era digno de comentário, que poucos ou até mesmo nenhum iria se dispor às vezes a comentar, ficaria no anonimato da opinião, não esganiçaria uma possibilidade de conversação, de conselho, não só de retorno, mas de um bom bate papo. Esse é o papel dos comentários que vejo acontecer nesse blog. Além de virem de pessoas próximas, não vêm só pra elogiar ou criticar, mas sim para ampliar, aumentar o que está exposto. Em sites de grande retorno, os comentários – ou melhor, o seu espaço – são destinados a elogios ou autopromoções, gente que faz propaganda de si mesma ou de seus preconceitos. Graças a Deus, essas pessoas aqui não vêm. Mas não vou mais mentir, é tão bom quando se vê apenas um só, um que seja, ali embaixo, como um troféu de consolo ou como o troféu, campeonato entre Eu, Eu Mesmo e Irene, e mais ninguém, aquela rusga de si contra si, esperando resultado positivo.
  No intuito de medir, uma vez, usei do discurso do professor desmotivado e criei um poema extremamente violento em homenagem ao dia dos professores. Joguei-o aqui no site, na minha coluna do Trema e no Recanto das Letras. Aliás, como é fácil encontrar egocentrismos em pedestal de gesso neste site.  Não nego que o poema não traduz a minha constância com o universo da sala de aula, não me ponho como um frustrado que se vê incapacitado de dar aula, por causa do marasmo e da inanição intelectual dos meus alunos. Não nego, também, que dar aula no município me requer um esforço dobrado, primeiro para contê-los – algo que nunca imaginei passar em sala de aula – e segundo para conseguir dar a aula, mostrar que o conhecimento é válido, tal tal tal. Aqui, por ter um público de origem religiosa, sei que choquei. No Trema, os comentários foram para lá de efusivos; no Recanto, alguns até se dispuseram a ler, outros a rezar por mim, ou seja, a fonte do público leu da maneira que bem entendesse, Mas em nenhum em cheguei ao resultado que esperava.
  Porém, dizer-me que não me ponho atrás de que um comentário venha, é pura mentira minha. Seria até leviano, mesquinho, me colocar num pedestal qualquer dizendo que não me contorço quando não vem e fico à espreita da espera. Acho que todos são assim. Estou, por fim, à espera do que vocês pensam. Está aberta a temporada de observação da quantidade de comentários que esse texto vai surtir. Vamos ver! Beijos a todos. 

terça-feira, 15 de novembro de 2011

Dimensão


Agora a pouco, minha esposa, Você não precisa ser ciumento assim, por isso te conto tudo, e fiquei pensando, sou mesmo ciumento?
Digo, sou sim. Mas por ser introspectivo, caladão quando posso, nunca fui de externar e foi com as palavras dela que cheguei à mesma conclusão. Sou um ciumento convicto, capaz agora de poder afirmar que este traço de minha personalidade está aqui, bem diante de mim, dedo em riste, Você o é, Sim, o sou, por que não?
O ciúme é a porta aberta para a doença, para a convicção da incapacidade de autocontrole, para a clarividência das fraquezas, para o argumento incrédulo, para a irracional demonstração de necessidade de preenchimento. O ciumento é um eterno carente, que na proximidade da completude, da carência em extinção, se desespera, se pronuncia com medo, fica armado para uma batalha que não existe. Cria batalhas que o põem em xeque, Por que isso tudo?, ela diz, Porque te amo, quero te proteger desses que só pensam em te usar, digo, Você é assim com a outras?, Não, elas não me interessam, a única coisa que me vale é você, mas aí já está a discussão, ela se cala com o medo de um dia você pensar em cometer crimes passionais, tão lindos nas estórias, tão inconsequente na realidade.
Você sabe que odeio armas, numa outra tentativa desesperada. Argumento, O meu problema é autoestima, você é muito gata, todos te querem, Mas eu não, e me vem a banda no dois pés, caio sentadinho sentadinho. Ela me estica a mão, me limpa, nenhuma poeira, por que será que me detém assim?
Meu ciúme é meu espelho, meu demonstrativo de humanidade. Não quero que ela pense que sou um doente derrotado nas mãos dela, mas que sou um eterno grato por tê-la comigo. Entenda, eu que nunca tive ciúme de ninguém, agora passo a tê-lo, será que isso não é bonito?

terça-feira, 8 de novembro de 2011

Rabisco


                Estive durante muito tempo pensando em voltar a escrever crônicas semanalmente. É possível? É, dentro do que se considera possível.  O problema se reside na maneira como terei que me dispor e abrir mão da certeza de que tenho ultimamente: o fim do meu primeiro romance.
                Sei que já andei escrevendo sobre ele aqui para o site. Alguns até dizem que ando me repetindo ao ser tão metalinguístico em minhas análises, atuando apenas para o campo das possibilidades de escrita do que para a escrita propriamente dita. Concordo, até certo ponto, porém não nego que gosto muito dessa realidade de escrever, da sensação que precede a escrita. Cresci, por bem, lendo autores que tinham como marca a sensação da descoberta da letra, e não da letra em si, afirmada e encontrada, casada em frases. Mas daquela se vem da percepção, do sentimento de encontro com tal. Vejo que a literatura não é o encontro; é a sensação de espera por tal. Sabe aquela expectativa antes do beijo – que em alguns casos é muito melhor do que o beijo. 
                Uma situação que me ocorre sempre é estar diante da tela, prompt piscando, exigindo, aí me vem os versos de Drummond, Passei uma hora / Pensando num verso / Que a pena não quer escrever/ Porém, ele está cá dentro / Inquieto, vivo / Ele está cá dentro/E não quer sair, e ainda digo que vem na voz de Belchior, que há algum tempo musicou trinta e um versos do mestre, cada versão mais primorosa do que a outra. Lindo. Lindos. A literatura é a sensação e venho-a curtindo tanto, mas tanto, que estou conseguindo escrever um romance.
                Acho que foi esse o problema com o primeiro. Epopeia Insignificante – que muitos podem acessá-lo aqui pelos marcadores do blog – me custou muito. A sensação de escrevê-lo partia mais da responsabilidade do que prazer. Algo que está diferente com esse atual, que resolvi guardar todos os detalhes para mim antes de mostrar a todos. Para alguns eu até já falei, mas não cheguei a descrevê-lo em seus pormenores, por um detalhe bem simples: eles não existem. O ritmo da escrita está se definindo por ele próprio, cada parágrafo não sabe que será parágrafo; cada linha não muito menos se conhece. Isso é que está sendo ótimo. Não tenho domínio sobre o texto, apesar de pensá-lo, imaginar até onde quero chegar, definir roteiro, literatice, mas para cada pensamento há algo mais vivo, maior. Num primeiro momento até pensei, Não sou capaz de escrever, pois tudo que penso se perde, essa entidade chamada Literatura não aceita o que quero, ela tem pena de mim, por isso escreve por mim, dessa maneira eu estou chegando a um livro. Esse foi o meu maior sonho durante muito tempo.
                Hoje o meu maior sonho e continuar escrevendo, ou estar diante da sensação da escrita. Às vezes, trânsito, penso num poema que nunca escreverei, mas lá está, sendo pensado, digerido, raciocínio, uma rima, vou tirar essa rima, e não anoto. Nada. Alguns até decoro e uso num texto ou outro, certo de que ele está entrando ali porque o texto quer, não imposição.
                Chego ao fim dessa crônica não pelo intuito de escrevê-la, mas porque assim ela quis. É só o ato do rabisco, mas sem papel, digitação. Um gosto eterno pelo prazer do pensamento.  

segunda-feira, 24 de outubro de 2011

Dias Felizes

“Por que eu ainda insisto nessa p... de profissão” teria dito Chico Buarque a Caetano – ele que “é lindo” ... “ou não”, além de ser o rei do falsete – depois de ter desafinado um agudo num dueto. Pelo menos assim me havia contato um amigo querido quer também fora meu professor de Geografia...

Em dias como os de hoje é impossível não lembrar essa história e somar à outra de uma antiga ficante da faculdade que dizia que queria ser a Sheila do Caverna do Dragão e, por vezes, sumir com a providencial ajuda de uma capa – incrível como aprendemos e lembramos de mulheres enquanto somos importunados e elas põem à prova nossa sanidade.

Seja como for, eu devo ser daqueles tipinhos barrocos mesmo. Como alguém tão tímido e que quase sempre adoraria ser “uma mosquinha” ou também, como “as Sheilas”, ficar invisível busca tanto ser notado? Falar em público. Tocar para ser ouvido ... “onde fui amarrar minha égua?": pensamento preponderante de dias como os de hoje!

Fazer o que? Torcer para que dias felizes comecem com boas notícias. A de hoje foi linda. Cor-de-rosa! Dobrar a aposta (...”onde fui amarrar minha égua?” ... de novo!) e assumir minhas palavras e meus acordes.
Então, que eu tenha – e todos vocês também – dias felizes!

segunda-feira, 3 de outubro de 2011

ÍNDICES DE DESCULPAS

Naquele momento não pensei em mais nada, e assim inicia-se esta história, pelo motivo incentivador de uma reflexão sobre o que me espera. As palavras já estavam ditas e nada poderia revertê-las. Nessa estrada não havia retorno. Quando elas estão guardadas são nossas escravas e podemos fazer delas o que quisermos, mas, quando são lançadas ao ar, nós somos rebaixados à escravidão e elas podem ser senhoras muito cruéis quando, ao serem elaboradas, burlam a etapa na qual o cérebro trabalha. 

Os sentimentos se embaralhavam e o meu peito diminuiu dois terços de seu tamanho, pois senti meu coração apertado, sufocado. Não porque estava com remorso, mas porque eu soube, naquele instante, que uma ferida havia sido aberta por mim, devido à minha irredutibilidade, à minha dificuldade em ouvir, à minha dificuldade em aceitar, à minha dificuldade em entender e à minha mania de achar que tudo pode se resolver em berros, que dessa forma serei ouvido. Aquilo que havia me transtornado já nem importava mais, pois a necessidade de estar certo levou-me a desvirtuar o assunto e a atribuir culpa a gestos completamente irrelevantes. Por isso comecei a falar, e falei até não dizer mais nada. Mesmo assim continuei falando. Mas já estava dito e eu era completamente incapaz de voltar atrás, de dizer que o que saiu da minha boca estava errado. Ou simplesmente não dizer mais nada e apenas desculpar-me. Não fui capaz.

Nada mais me deteria. Mesmo com aquela vontade louca de, simplesmente, abraçá-la fortemente, como se nada ao redor existisse e ela pudesse sentir que nos meus braços ela estaria segura, dizê-la o quanto eu a amo e beijá-la intensamente para mostrar o que realmente estava dentro de mim, nada foi feito. Eu me virei, simplesmente me virei e caminhei. Minutos se tornaram horas até o meu destino, pois eu sabia que, quando eu ouvisse sua voz novamente, algo estaria diferente, fora de seu eixo natural, como a Terra depois de um terremoto de escala máxima, provocado por palavras. A partir de então, um sentimento começou a ganhar a briga dentro de mim: a tristeza. Cruel tristeza! Lembrei-me de seu olhar. Aquele olhar desesperador. Por aquela janela pude ver que a alma dela estava despedaçada, e a rara falta de brilho neles trazia à superfície o estado em que eu a havia deixado. Lembrança aterrorizante.

Tentei desfazer, tentei justificar-me mais tarde, tentei tudo o que eu pude, mas nada me restava senão mostrar o resquício de humanidade que ainda estava em mim e fazer associações de símbolos fonéticos para criar signos que me levassem à remissão. Mas eu sei que palavras, mesmo que profundas e eloquentes, não resolveriam o vazio que senti por ter proporcionado a ela tristeza e ter feito as lágrimas escorrerem de seus olhos, pois seu coração sangrava. Sei, porém que é muito maior o que me espera, e mesmo que promessas pareçam suficientes, ainda serão pouco frente à vontade que tenho de guardá-la para sempre em mim. Minhas atitudes definem quem eu sou, e por ela quererei sempre ser o melhor que posso. Por isso minhas desculpas nunca serão completas. Mas já é um início.

sexta-feira, 30 de setembro de 2011

Sexta às Nove (62)

Tenho uma predileção por esta versão da obra de Puccini - Turandot - na voz de Pavarotti. Mesmo gostando muito do Caruso, mas Pavarotti é fenomenal, diria até genial.

Confiram!

sexta-feira, 23 de setembro de 2011

INCOMPLETO

Se algum dia eu disser ser o vento
Seja as folhas de uma tarde de outono
Se algum dia eu disser ser a lua
Seja o sol durante a noite
Se algum dia eu disser ser o céu
Seja o mar
E se algum dia eu disser ser o mar
Seja meu céu
Se algum dia eu disser ser a chuva
Venha me conter
Se por acaso eu não souber o que ser
Venha me socorrer
Se algum dia o que eu disser for mister
Não desista de me conhecer
Mas se algum dia eu disser ser o amor
Seja simplesmente você

sexta-feira, 16 de setembro de 2011

Sexta às Nove (61)

No início dos anos 1960, falava-se muito de Ditadura. Como este é a publicação 61, um princípio de homenagem àquela época.

Clipe melhor não há. Cálice. Sei que quase todos conhecem a perspectiva cacofônica do título. Por isso, evitarei maiores explicações.

terça-feira, 13 de setembro de 2011

PROPÓSITO

Foi-se o tempo
De saber que o que sobra
Neste breve tempo
É nada, é sobra

Até que se descubra
O limiar de seus sentidos
E enfim se descubra
O escondido em um sentido.

Não é tão certo nem tão errado
Nem vivo nem morto
Nem perdido nem achado
O brilho de um rosto

Mas até que este apareça
A busca sempre deve existir
E mesmo em dias de incerteza
O segredo é persistir.

domingo, 11 de setembro de 2011

Concurso Público é aqui!


Eu, Márcio Calixto, e Celestino juntos num projeto revolucionário. Ensino à Distância com aulas reais em que o aluno interage com o professor. PREPARATÓRIO PARA CONCURSO PÚBLICO. Deem aquela conferida!

sexta-feira, 2 de setembro de 2011

Sexta às Nove (60)

Sexagésima semana publicando. Por isso, uma demonstração da pluralidade da música brasileira: a boa e velha música caipira, em sua essência mais pura. Em comemoração Às sessenta publicações, alguém que tem 60 anos de carreira, Diva Inezita Barroso.

Sempre gostei com muita peculiaridade deste tipo de música, principalmente a pantaneira, na voz de Almir Sater.  Mas aí vai Inezita.


domingo, 28 de agosto de 2011

Por que não? (Uma dose para Domingo)


Adoro esse trecho em específico de Turandot - Nessun Dorma. É muito bonito!!!

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