domingo, 31 de outubro de 2010

VIDA. OU O QUE QUER QUE SEJA

Vagarosamente encaro
Um dia a mais
Sinceramente espero
Um dia mais
Quente... ou frio

Em meus medos aquecido
Friamente busco um sentido
Porém A-Luci-Nada-Mente
À mente que despreparada sente
Desesperadamente
Hipotermias de morte
E transpirações de vida... e morte
Ao dizer que nem tudo é questão de sorte

Independentemente 
Do que realmente seja
Tudo depende do modo que a vemos
Peso pêsames e sofrimentos
Apesares superações e alegrias

Antes que a inesperada
Indesejada e amaldiçoada chegue
Eu me permito permitir
Chorar pular cantar rir brincar amar
Apesar de tudo

Supero meu mundo todo
De mim ou do que me cerca
Das tristezas que sendo fartas
Esvaziam-se por gestos raros
E provas de amor inatas

E não desisto por nada
Pois certeza versus esperança
Em corpo meramente mortal
Só saberemos que acabou
Quando chegar o ponto final.

2 comentários:

Wallace da Silva disse...

Essa é a minha primeira contribuição. Eu já publiquei essa poesia há pouquíssimo tempo, espero que não tenha problema. Eu tava ansioso pra postar mas tava sem muito tempo na hora que recebi o convite. Espero que gostem!
Um grande abraço!

Márcio Calixto disse...

Olha só quem escreve hoje por aqui. O nosso novo colunista, prometido há tempos e agora certo de ser pictorescos. Bem vindo, meu querido, bem vindo.

Comentário Rápido